Um lugar infinitamente pequeno, ainda assim, tudo o que existia, existia ali (simultaneamente).
Seria possível?
Me vi uma sombra, confortável e refrescante, mas escuro e um tanto sem vida. Bem ao centro da tempestade, uma agitação que vinha de sonhos fantasiosos, desses que fazem mexer as pálpebras.
Mas acordei!
Era uma tempestade...
Dentro de meu corpo, silêncio! O meu peito desperto, esse sim, verdadeiro espaço ínfimo que tudo contém.

um lugarzinho menor que outros tantos lugarzinhos também pequenos diante de Tudo o que há e cheio de universos em expansão...
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